terça-feira, 2 de outubro de 2012

Os sinais da mentira

A mentira tornou-se uma atitude comum e presente em diversas situações no mundo e nas relações de hoje em dia. Algumas pessoas se acostumam tanto com o ato de mentir, que muitas vezes mentem mesmo sem motivo ou razão para isso, fazem pelo simples fato de estarem acostumadas. É aí que começam os problemas, pois pode-se tornar uma doença psicológica. Quem mente por hábito, faz da mentira a resposta padrão a qualquer pergunta. Para ele, falar a verdade pressupõe algum tipo de desconforto. Enquanto a boca mente com a maior desenvoltura, a mente se perde entre o que conhece como verdade e o que está sendo afirmado mentirosamente como verdade.
Durante esse pequeno curto-circuito, ocorrem mudanças fisiológicas comuns a todo e qualquer mentiroso: a respiração se interrompe por um segundo e depois volta num ritmo acelerado; o coração também passa a bater rápido e a transpiração aumenta. Como nada disso pode ser percebido diretamente, existe o poligrafo, ou detector de mentira, um aparelho que em contato com o peito, o pescoço e as pontas dos dedos registra em gráficos aquelas manifestações fisiológicas. O mentiroso, por melhor que seja, tende a apresentar determinadas atitudes que acabam por denunciá-lo. Se você conhece alguém que toma este tipo de atitude (ao invés de simplesmente contar a verdade – por pior que seja), saiba como identificá-los, pois podem estar em qualquer lugar. Aí vão algumas dicas:
• Desviar os olhos quando perguntado sobre assuntos delicados

• Piscar os olhos com maior freqüência

• Piscar rapidamente quando a conversa declina para um tópico comprometedor

• Inclinar-se para trás

• Responder "não" e balançar a cabeça afirmativamente, mesmo que de leve

• Respirar em pequenas e rápidas golfadas e entremeá-las com suspiros longos e profundos

• Evitar apontar o dedo ou enfatizar as palavras com movimentos amplos dos braços

• Falar com a mão ou alguns dedos na frente dos lábios.

• Ao narrar uma história, fazer "pontes de textos", que consistem em acelerações artificiais da sequência dos fatos

• Pedir que o interlocutor repita a pergunta, com intuito de ganhar mais tempo na elaboração de uma resposta

• Não falar mal de si, mesmo em assuntos que não tem nada a ver com a mentira
Fonte: Guia dos Curiosos e Revista Super Interessante

Mariana Azevedo

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